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O que era o quantocustaenergia.com.br

A série “Quanto Custa?” é resultado do trabalho do Sistema FIRJAN em identificar fatores que afetem a competitividade da indústria nacional. Com metodologia robusta, os estudos apresentam dados e comparações que revelam os elevados custos que nossa indústria enfrenta mediante aos competidores internacionais.

Em 2011, o Sistema FIRJAN lançou o estudo “Quanto Custa a Energia Elétrica para a Indústria no Brasil?”, que mostrou que a tarifa de energia para a indústria brasileira era significativamente mais cara que a média internacional, o que afeta diretamente a competitividade das empresas nacionais.

O presente site é um desdobramento do estudo original e permite o acompanhamento constante do custo da energia elétrica para a indústria no Brasil e no mundo. As informações disponibilizadas são referentes às tarifas vigentes, sendo atualizadas imediatamente sempre que revisões tarifárias periódicas ou reajustes anuais aconteçam em qualquer distribuidora, com os valores estaduais, nacional e rankings sendo igualmente recalculados.

Como funciona:

Os cálculos do custo industrial de energia elétrica são feitos utilizando valores para tarifa de consumo do mercado cativo brasileiro, não sendo considerada a tarifa de demanda. Utilizaram-se tarifas azuis, verdes e convencionais homologadas pela ANEEL das 63 distribuidoras brasileiras para a classe de consumo A4, que abrange cerca de 95% do número total de indústrias no Brasil e quase metade da carga.

Após a compilação dos dados das 63 distribuidoras no Brasil realizam-se ponderações visando encontrar o custo médio por estado que traduzisse as características médias do consumo do Mercado Regulado de energia elétrica. Assim, as ponderações foram feitas utilizando-se a quantidade de energia vendida pela distribuidora no estado, os fatores horários e a carga. Levou-se também em consideração a sazonalidade da produção industrial brasileira para composição dos custos da energia gerada (pelas usinas termoelétricas e hidroelétricas) ao longo do ano. Esses parâmetros advêm de estudos, pesquisas e estimativas realizadas pelo Sistema FIRJAN junto ao mercado e às próprias indústrias.

A partir de janeiro de 2015 entrou em vigor o sistema de bandeiras tarifárias, em substituição ao sinal sazonal antes existente (tarifas diferenciadas para período úmido e seco). Na prática, as bandeiras – verde, amarela ou vermelha – sinalizarão ao consumidor final o aumento do custo da energia em função de suas condições de geração. O acionamento da bandeira verde não implica em acréscimos no custo da energia, já o da bandeira amarela trará um aumento de 25,00 R$/MWh em relação à bandeira verde, e o da vermelha, 55,00 R$/MWh em relação à verde. É valido destacar que em cima desses adicionais ainda incidem os tributos, fazendo com que esses valores sejam mais elevados na prática. Feitos os acréscimos, são realizadas as ponderações já indicadas, chegando-se assim em um custo médio ponderado das bandeiras tarifárias para o Brasil.

Os valores internacionais representam o último dado disponível para o ano de 2012, e serão atualizados anualmente. Suas fontes são a Agência Internacional de Energia, na publicação “Energy Prices and Taxes” ou em contato direto com a Agência; a base de dados da OLADE – Organização Latino-Americana de Energia; sites oficiais de governo (caso da Índia e Singapura); ou consulta ao mercado do próprio país, no caso da China. Para todos os países, foram consideradas as tarifas industriais com tributos e o câmbio PPP.

 

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