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Curso de energia solar online grátis – Aula liberada

Curso online de energia solar [2019] libera aula grátis para interessados em atuar nesse mercado de trabalho que tanto cresce no Brasil.

Essa é uma oportunidade incrível para quem está de olho no mercado de energia solar no Brasil. Principalmente se você interessa-se pela profissão de técnico instalador de painéis solares fotovoltaicos.

Ele é o profissional que põe a mão na massa para efetivamente instalar todo o sistema na casa do cliente e fazer acontecer a transformação da energia que vem dos raios solares na energia elétrica, indispensável para o bom funcionamento de nossas vidas.

O mercado de trabalho

Provavelmente, você não conhece ou conhece poucas pessoas que trabalham com energia, certo? Isso é um bom sinal para quem procura entrar no mercado nesse momento.

O mercado de energia solar está em desenvolvimento no Brasil, e vem crescendo em ritmo acelerado, de modo que a demanda é muito boa para a quantidade de profissionais que hoje atuam nesse mercado, sem falar que qualquer pessoa ou empresa é um potencial cliente, já que o clima no Brasil favorece a utilização dessa tecnologia.

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quanto custa energia solar em casas

Energia Solar em Casas – Quanto custa?

Quanto custa um instalar energia solar em casas? Saiba agora como você pode e quais são os valores atuais de um projeto residencial fotovoltaico.

Essa é a primeira pergunta que a grande maioria das pessoas fazem quando decidem ou têm a ideia de utilizar a energia solar em suas casas.

quanto custa energia solar emcasas

Mas é entendível, os custos energéticos para o brasileiro vem subindo ano após ano, isso porque o modelo de geração que temos hoje no Brasil é caro, pois utilizamos as hidrelétricas e ainda importamos uma outra parte do Paraguai.

Mas espera aí? O Brasil possui um clima favorável à geração de energia solar, então por que o país não investe nela? Essa aí uma boa pergunta, seria burrice ou teriam outros empecilhos obscuros?

Sabe-se que hoje o Brasil incentiva que os seus cidadãos invistam em projetos residenciais e produzam sua própria energia solar para consumo, inclusive liberando empréstimos pra financiamento de tais projetos a juros baixos.

Quanto custa um projeto residencial de energia solar?

painel solar fotovoltaico

Tiramos por base um artigo elaborado pelo portalsolar, referência no assunto aqui no Brasil e em cursos online e presenciais por todo o brasil (treinamento online deles é incrível)

Não existe cálculo exato, já que cada pessoa ou família possui seus hábitos e utilizam de forma diferente a energia elétrica em suas casas.

Portanto, tome esses preços como uma média. Você pode até se basear olhando o consumo da sua última conta de energia, então basta você comparar com os valores fornecidos por nós.

Preço da Energia Solar em casas

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quanto ganha salario instalador

Qual o salário de um instalador de energia solar

O mercado de energia solar ainda é muito novo no Brasil. Essa área de atuação, porém, possui grande potencial de crescimento, visto o grande território no Brasil que, durante grande parte do ano, é atingida por um sol forte e clima quente.

E o grande boom nessa área, é a profissão de técnico instalador de energia solar fotovoltaica. Ele é o profissional responsável por, de fato, realizar a instalação das placas fotovoltaicas, capazes de captar a energia vinda dos raios solares e transformar em energia elétrica.

Mas a pergunta é: quanto ganha um instalador de energia solar?

Como toda profissão, não existe um valor físico, referencial. Mas, baseando-se em nossas pesquisas, vamos te falar uma média nacional do salário.

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licença para minigeração de energia solar

Ceará passa a dispensar licença para minigeração de energia solar

Essa é uma excelente notícias para aqueles que pretendem montar em sua própria residência ou estabelecimento um sistema de geração de energia solar.

O Conselho Estadual do Meio Ambiente (Coema) aprovou nessa quinta-feira (3) uma resolução que dispensa a obrigatoriedade de licenciamento ambiental para os sistemas de energia solar instalados em telhados ou fachadas e que possuam capacidade de geração de até 2 megawatts (MW), quantidade essa necessária para abastecer cerca de mil casas.

licença para minigeração de energia solar

A implantação em terrenos em área urbana ou rural também seguem o mesmo critério, desde que também atendam aos requisitos citados no parágrafo anterior.

A resolução também chega a beneficiar a microgeração (até 75 kilowatts) e minigeração (até 5 MW) de energia eólica. Nessas duas situações, a legislação não obrigará o licenciamento ambiental, desde que não haja interferência em áreas de preservação permanente (APP) e unidades de conservação (UCs).

Vale resaltar que a minigeração de energia solar em terrenos urbanos ou rurais, com produção entre 2 e 3 MW, precisará entregar uma autodeclaração no site da Semace.

Em conformidade com o texto da resolução, há dois casos específicos em que será necessário o licenciamento ambiental simplificado. Será necessário quando a produção tiver escala entre 3 e 5 MW ou quando a geração até 5 MW for oriunda de biogás e biomassa.

A primeira usina solar flutuante do mundo é brasileira

Brasil inaugura primeira usina solar flutuante do mundo em lago de hidrelétrica.

De acordo com o Ministério de Minas e Energia, a iniciativa já foi implementada em outros países, mas ao contrário daqui, ela foi instalada em reservatórios comuns de água.

No caso do nosso país, a engenharia será utilizada nos lagos das hidrelétricas, permitindo aproveitar as sub-estações e as linhas de transmissão das usinas, além da lâmina d’água dos reservatórios, evitando desapropriação de terras.

As placas fotovoltaicas flutuantes no reservatório da usina amazonense vão gerar, por enquanto, um megawatt (MW) de energia. A previsão é que em outubro de 2017 a potência seja ampliada para cinco MW, o que é suficiente para abastecer em torno de nove mil residências.

O ministro Eduardo Braga, do PMDB, fala que o projeto de geração híbrida utiliza a capacidade dos reservatórios e a infraestrutura das hidrelétricas do país, principalmente, as que estão com baixa de geração de energia elétrica, como é o caso de Balbina. “Aqui em Balbina é um caso bastante típico porque nós temos uma subestação que poderia estar transmitindo algo como 250 MW. Hoje, usa apenas 50 MW. Portanto, há 200 MW de ociosidade, que vamos poder suplementar com energia solar, com custo muito reduzido, fazendo com que tenhamos eficiência energética, segurança energética, melhor gestão hídrica dentro dos nossos reservatórios e ao mesmo tempo baratear a energia para que a tarifa de energia elétrica seja mais barata em nosso país”, afirmou.

A pesquisa vai analisar o grau de eficiência da interação de uma usina solar, em conjunto com a operação de usinas hidrelétricas, e a influência no ecossistema dos reservatórios. Após os estudos, de acordo com Eduardo Braga, a expectativa é que a geração de energia solar seja de 300 MW, podendo abastecer 540 mil residências. “É preciso fazer vários estudos, e nós esperamos, terminados esses estudos, poder começar os leilões de energia, de reservas com flutuadores dentro dos nossos reservatórios, e aí teremos capacidade muito grande no Brasil, porque o país possui inúmeras hidrelétricas com espaço para coletar energia solar nos seus reservatórios”, explicou o ministro.

Conforme explicou o presidente da Eletrobras, José da Costa Carvalho Neto, a tendência é que o país venha a ampliar a geração de energia solar no território, o que pode refletir futuramente na redução da conta de luz para os cidadanias brasileiro;. Mas ressaltou que não dá para avaliar a queda percentual, pois ainda não se sabe quanto será o custo da energia solar.

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ativistas energia limpa greenpeace

Manifestação do Greenpeace sobre a energia solar no Brasil

Ativistas da organização não governamental Greenpeace fizeram hoje (23) uma ação, em frente ao Palácio do Planalto, para pedir ao governo que incentive o uso da energia solar.

ativistas energia limpa greenpeace

Em um caminhão parado em frente à sede do Executivo federal, eles estenderam uma faixa com a frase “Dilma, o Brasil precisa de energia positiva. Solar no Planalto: nós instalamos”, para oferecer à presidenta Dilma Rousseff a instalação gratuita de placas solares no prédio. Os participantes do ato se posicionaram em frente à rampa do Palácio do Planalto segurando placas de energia solar.

“Viemos aqui ver se a presidenta aceita nossa oferta para que o governo acredite que a energia solar é a solução de que o Brasil precisa para sair da crise e está disposto a conceder os incentivos que a fonte precisa para chegar à casa de todos os brasileiros”, explicou a coordenadora da Campanha de Clima e Energia do Greenpeace Brasil, Bárbara Rubim.

greenpeace energia solar

Segundo ela, o incentivo do governo se daria por meio de apoio à alteração na forma de incidência do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) para tornar esse tipo de energia mais competitiva.

Também é possível unir formas sustentáveis de geração de energia!

Painéis fotovoltaicos flutuantes estão sendo instalados no lago da barragem da usina de Sobradinho, no interior da Bahia, para produção de energia solar. Por enquanto, a iniciativa ainda está em fase de testes e funciona com uma única plataforma, mas no ano que vem serão instaladas mais quatro plataformas que produzirão energia suficiente para abastecer cerca de 20 mil casas populares.

O Fábio Santos, através do facebook comentou:

Esta é a solução mais ecológica e inteligente para geração de energia. Um sistema fotovoltaico bem instalado dura mais de 25 anos e se paga de 7 a 10 anos. Com incentivos se pagaria em 5 anos e você teria energia quase de graça por mais de 20 anos!!!!!”

O que era o quantocustaenergia.com.br

A série “Quanto Custa?” é resultado do trabalho do Sistema FIRJAN em identificar fatores que afetem a competitividade da indústria nacional. Com metodologia robusta, os estudos apresentam dados e comparações que revelam os elevados custos que nossa indústria enfrenta mediante aos competidores internacionais.

Em 2011, o Sistema FIRJAN lançou o estudo “Quanto Custa a Energia Elétrica para a Indústria no Brasil?”, que mostrou que a tarifa de energia para a indústria brasileira era significativamente mais cara que a média internacional, o que afeta diretamente a competitividade das empresas nacionais.

O presente site é um desdobramento do estudo original e permite o acompanhamento constante do custo da energia elétrica para a indústria no Brasil e no mundo. As informações disponibilizadas são referentes às tarifas vigentes, sendo atualizadas imediatamente sempre que revisões tarifárias periódicas ou reajustes anuais aconteçam em qualquer distribuidora, com os valores estaduais, nacional e rankings sendo igualmente recalculados.

Como funciona:

Os cálculos do custo industrial de energia elétrica são feitos utilizando valores para tarifa de consumo do mercado cativo brasileiro, não sendo considerada a tarifa de demanda. Utilizaram-se tarifas azuis, verdes e convencionais homologadas pela ANEEL das 63 distribuidoras brasileiras para a classe de consumo A4, que abrange cerca de 95% do número total de indústrias no Brasil e quase metade da carga.

Após a compilação dos dados das 63 distribuidoras no Brasil realizam-se ponderações visando encontrar o custo médio por estado que traduzisse as características médias do consumo do Mercado Regulado de energia elétrica. Assim, as ponderações foram feitas utilizando-se a quantidade de energia vendida pela distribuidora no estado, os fatores horários e a carga. Levou-se também em consideração a sazonalidade da produção industrial brasileira para composição dos custos da energia gerada (pelas usinas termoelétricas e hidroelétricas) ao longo do ano. Esses parâmetros advêm de estudos, pesquisas e estimativas realizadas pelo Sistema FIRJAN junto ao mercado e às próprias indústrias.

A partir de janeiro de 2015 entrou em vigor o sistema de bandeiras tarifárias, em substituição ao sinal sazonal antes existente (tarifas diferenciadas para período úmido e seco). Na prática, as bandeiras – verde, amarela ou vermelha – sinalizarão ao consumidor final o aumento do custo da energia em função de suas condições de geração. O acionamento da bandeira verde não implica em acréscimos no custo da energia, já o da bandeira amarela trará um aumento de 25,00 R$/MWh em relação à bandeira verde, e o da vermelha, 55,00 R$/MWh em relação à verde. É valido destacar que em cima desses adicionais ainda incidem os tributos, fazendo com que esses valores sejam mais elevados na prática. Feitos os acréscimos, são realizadas as ponderações já indicadas, chegando-se assim em um custo médio ponderado das bandeiras tarifárias para o Brasil.

Os valores internacionais representam o último dado disponível para o ano de 2012, e serão atualizados anualmente. Suas fontes são a Agência Internacional de Energia, na publicação “Energy Prices and Taxes” ou em contato direto com a Agência; a base de dados da OLADE – Organização Latino-Americana de Energia; sites oficiais de governo (caso da Índia e Singapura); ou consulta ao mercado do próprio país, no caso da China. Para todos os países, foram consideradas as tarifas industriais com tributos e o câmbio PPP.